Sempre segui os passos daqueles que me gritavam aos ouvidos que seria daquele jeito que um dia poderia alcançar a felicidade. Com toda aquela inocência que mergulhava todo o meu corpo, faria da minha mente um íman e iria sempre atrás da primeira pessoa que me puxasse, às vezes até para o abismo. Mas também soube enfrentar derrotas completamente só, e nunca pedi a ninguém um braço para me puxar, ou uma palavra de “força”. Soube correr contra o vento e as más energias. Soube vencer temores deste maldito mundo e gritar para ele “um dia , por mim própria, irei encontrar o caminho da minha própria felicidade, andarei em armadilhas, mas sempre atenta ao que poderia encontrar nele, afinal o mundo é o sitio mais perigoso onde se possa estar, mas ainda assim, não há que ter medo, mas sim viver ao ritmo de cada batida do coração.”

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