Sei que é absurdo ou talvez seja a coisa mais normal do Mundo, mas os dias vão correndo velozes e tudo me faz perceber que fazemos escolhas que nem sempre coincidem com aquilo que cá dentro, realmente sentimos e desejamos . Por vezes tudo esvai-se e não encontramos outra saída senão a mais fácil, aquela que nunca foi a melhor , em momento algum. Tudo dentro de mim não tem andado bem, sinto aquele aperto que poderia chamar de SAUDADE, porque é realmente o que sinto e sim, o que mais desejava era gritar-te ao ouvido, para que só tu entendesses o quão me tens feito falta , ou simplesmente pegar-te na mão e metê-la contra o lado esquerdo, junto do coração, para que tu sentisses o meu bater, que só bate de forma rápida, quando tu estás por perto de mim . Queria poder fazer-te sentir mais uma vez, o que era sonhar acordado, o que era adormecer daquela forma diferente, com uma simples palavra, que nos aquecia a alma, nos iluminava em breves instantes e ainda nos roubava um sorriso. O tempo corre, e hoje a tua presença já se torna invisível , mas cá dentro tudo treme só de citar o teu nome ou simplesmente percorreres a minha mente . O quão me deixa inconstante saber que um dia voltarás a amar outro alguém e eu sentir o Mundo a desmoronar, mas pior que tudo isso é o jeito incompreensível com que lidaste com todas as minhas escolhas, é ver que lutámos mais que 200 dias por algo que podia fazer sentido e em segundos tudo virou pesadelo e desfez-se. O sorriso que conquistámos foi-se apagando à medida que nos largamos e só voltará quando as mágoas forem deixadas no sitio correcto delas.. é espécie de passado , feliz mas incompreendido . Eu diria que o sempre nos percorria ao longo da nossa caminhada e aí fossemos capazes de o construir verdadeiramente , diria que aquele jeito de nos olharmos era capaz de transformar todos os nossos remorsos, em simples entendimentos . Nunca julguei este amor, como um refugio, mas foi o meu porto de abrigo quando tudo em mim se destruía. E hoje estou sem ele, onde o encontro?
domingo, 23 de outubro de 2011
"eu diria sempre, até que um dia..."
Sei que é absurdo ou talvez seja a coisa mais normal do Mundo, mas os dias vão correndo velozes e tudo me faz perceber que fazemos escolhas que nem sempre coincidem com aquilo que cá dentro, realmente sentimos e desejamos . Por vezes tudo esvai-se e não encontramos outra saída senão a mais fácil, aquela que nunca foi a melhor , em momento algum. Tudo dentro de mim não tem andado bem, sinto aquele aperto que poderia chamar de SAUDADE, porque é realmente o que sinto e sim, o que mais desejava era gritar-te ao ouvido, para que só tu entendesses o quão me tens feito falta , ou simplesmente pegar-te na mão e metê-la contra o lado esquerdo, junto do coração, para que tu sentisses o meu bater, que só bate de forma rápida, quando tu estás por perto de mim . Queria poder fazer-te sentir mais uma vez, o que era sonhar acordado, o que era adormecer daquela forma diferente, com uma simples palavra, que nos aquecia a alma, nos iluminava em breves instantes e ainda nos roubava um sorriso. O tempo corre, e hoje a tua presença já se torna invisível , mas cá dentro tudo treme só de citar o teu nome ou simplesmente percorreres a minha mente . O quão me deixa inconstante saber que um dia voltarás a amar outro alguém e eu sentir o Mundo a desmoronar, mas pior que tudo isso é o jeito incompreensível com que lidaste com todas as minhas escolhas, é ver que lutámos mais que 200 dias por algo que podia fazer sentido e em segundos tudo virou pesadelo e desfez-se. O sorriso que conquistámos foi-se apagando à medida que nos largamos e só voltará quando as mágoas forem deixadas no sitio correcto delas.. é espécie de passado , feliz mas incompreendido . Eu diria que o sempre nos percorria ao longo da nossa caminhada e aí fossemos capazes de o construir verdadeiramente , diria que aquele jeito de nos olharmos era capaz de transformar todos os nossos remorsos, em simples entendimentos . Nunca julguei este amor, como um refugio, mas foi o meu porto de abrigo quando tudo em mim se destruía. E hoje estou sem ele, onde o encontro?
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